Adolescente diz que foi sequestrada no pátio de hospital em Jaru

Investigação da polícia da conta de que pode ser invenção da suposta vítima.

A menina também disse que havia muitas coisas dentro do apartamento e que pareciam ser produtos de furto ou roubo.

Uma adolescente de treze anos, criou uma situação que pode acabar gerando um transtorno muito grande para toda a sua família, além de gerar punição de acordo com a lei, para quem estiver envolvido na situação, até então supostamente criada por ela.

Conforme investigações da polícia civil a menina ligou para a polícia militar e disse que havia sido sequestrada no pátio do hospital municipal de Jaru (RO), região do Vale do Jamari. A história até o momento, não bate.

A menina contou aos policiais que a “socorreram”, que estava no hospital, quando teria ido levar o telefone até o carro e teria sido puxada para dentro de um automóvel vermelho com listras. Segundo contou, quem a puxou, colocou um pano com álcool no seu nariz e boca, fazendo com que ela desmaiasse.

A jovem que pedia socorro para a polícia, afirmou que só foi acordar no outro dia, já de madrugada e que estaria sem a bermuda. Ela ainda afirmou que os responsáveis pelo sequestro seriam dois homens, um magro, alto e branco e outro barbudo, gordo e moreno.

O fato é que nem o local, um apartamento em madeira com dois cômodos, nem os dois “supostos sequestradores”, teria sido encontrado. A menina também disse que havia muitas coisas dentro do apartamento e que pareciam ser produtos de furto ou roubo.

A polícia apura se a história da menina foi contada para encobrir outra situação que surgiu recentemente, a de que ela teria conhecido um rapaz por uma rede social e marcado encontro. O casal teria passado a noite e para não dar explicações aos familiares, a mocinha teria criado toda a história, que já é uma celeuma e poderá acarretar numa punição conforme os rigores da lei para rapaz que se aventurou com ela nesta história.

Comentarios

Todos os comentários são de responsabilidade dos seus idealizadores.